Se você já viu um pote de peptídeos de colágeno na prateleira e imaginou que fosse parecido com os peptídeos injetáveis que circulam nas redes, a história é outra. Os peptídeos de colágeno, também chamados de colágeno hidrolisado, são fragmentos de uma proteína alimentar produzidos por processo industrial e vendidos como suplemento. Neste texto, a ideia é explicar o que essa categoria é, como o produto chega ao pote e o que a pesquisa mostra, sem prometer milagre.
Peptídeos de colágeno, colágeno hidrolisado e os injetáveis são coisas diferentes. Veja o que é cada um, como o suplemento é fabricado e o que os estudos sugerem.
Antes de tudo: o que “peptídeo” quer dizer aqui
Peptídeo é uma cadeia curta de aminoácidos ligados entre si por ligações peptídicas, conceito básico que aparece em qualquer livro de bioquímica. O colágeno é uma proteína bem maior. Suas cadeias se enrolam em uma tripla hélice, estrutura que dá resistência à pele, aos tendões e aos ossos. Não por acaso, ele costuma ser apresentado como a proteína mais abundante do corpo humano.
Os peptídeos de colágeno do mercado são fragmentos menores dessa proteína, obtidos por hidrólise. Existem três categorias que se confundem com facilidade. A primeira é o colágeno hidrolisado, suplemento alimentar em pó ou cápsula, que é o foco deste texto. A segunda é o colágeno tipo II não desnaturado, outro produto, com lógica e base de evidência diferentes. A terceira são os peptídeos sintéticos de uso injetável, que não fazem parte do assunto aqui. O PeptPro separa esses termos com clareza, e vale fazer o mesmo antes de comprar qualquer coisa. Quem entra pensando em algo parecido com os injetáveis costuma descobrir que a categoria é outra.
Escaneie a refeição e registre calorias, proteína e macros em segundos.
Registrar no app