O primeiro passo é ter o diagnóstico confirmado por um médico. Não se inicia GLP-1 por conta própria. O diagnóstico de SOP exige avaliação clínica, exames hormonais e, frequentemente, ultrassom dos ovários.
A consulta pode ser com endocrinologista ou ginecologista, dependendo do principal sintoma que você quer tratar. Se o foco é perda de peso e regulação hormonal, o endocrinologista costuma ser a melhor escolha. Se o foco é fertilidade, o ginecologista com experiência em reprodução assistida pode ser mais indicado.
O médico vai pedir uma avaliação do histórico familiar. Como em outros contextos, histórico pessoal ou familiar de carcinoma medular de tireoide ou síndrome MEN2 contraindica o uso de GLP-1.
Os exames de base incluem glicemia de jejum, insulina, perfil lipídico, TSH, testosterona total e livre, e ultrassom pélvico. Esses dados servem como referência para acompanhar a evolução.
A dose inicial da semaglutida é 0,25 mg por semana, por via subcutânea. Depois de 4 semanas, o médico avalia a tolerância e pode aumentar para 0,5 mg. A dose máxima para perda de peso no Wegovy chega a 2,4 mg semanais, mas a titulação é sempre gradual.
O acompanhamento inclui weigh-in regulares, exames hormonais a cada 3 a 6 meses, e conversa sobre efeitos colaterais. Os mais comuns são gastrointestinais, como náusea e sensação de plenitude, que geralmente melhoram com o tempo.
No PeptPro, o scanner de refeições permite registrar o que você come de forma rápida e prática. Isso ajuda a manter a consciência alimentar durante o tratamento. O nível de medicação também pode ser acompanhado no app, facilitando o diálogo com o médico sobre como seu corpo está respondendo.
O GLP-1 não substitui a adopção de hábitos saudáveis. A combinação de medicação com dieta equilibrada e exercício físico regular é o que dá os melhores resultados a longo prazo.
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