Não é sobre fazer dietas restritivas ou contar cada grama de nutriente. É sobre garantir que o pouco que você come traga o máximo de nutrição possível.
Proteína é o ponto mais crítico. Durante a perda de peso, o corpo precisa de mais proteína do que o habitual para preservar a massa magra. Em adultos, a recomendação é cerca de 1,2 a 1,6 grama por quilo de peso corporal por dia. Para alguém que pesa 90 quilos e está comendo bem menos do que antes, isso significa ser ativo na escolha de fontes de proteína: ovos, frango, peixe, leguminosas, laticínios.
Fibra é o segundo pilar. Muita gente reduz os carboidratos e esquece que os vegetais são a principal fonte de fibra. A fibra mantém a flora intestinal funcionando, ajuda a controlar o açúcar no sangue e dá saciedade sem adicionar muitas calorias. O scanner de refeições do PeptPro permite registrar o que você come e verificar se a distribuição de macros está equilibrada para o dia.
Micronutrientes que merecem atenção especial: ferro, zinco, vitamina D, vitamina B12 e magnésio. Estudos publicados na Nature Medicine e no Obesity Journal mostram que deficiências desses nutrientes são comuns em pessoas em tratamento prolongado com agonistas do GLP-1, especialmente quando a ingestão calórica cai mais de 30%.