Se você tem buscado informações sobre peptídeos, provavelmente já se deparou com uma lista enorme de nomes como BPC-157, CJC-1295, TB-500 e outros. Esses compostos aparecem em fóruns, grupos de discussão e em plataformas especializadas como PeptPro, que reúne dados disponíveis sobre peptídeos com foco em evidências. Porém, quando a pergunta é simples — "esse peptídeo é registrado no Brasil?" — a resposta costuma ser negativa.
A verdade é que a grande maioria dos peptídeos que circulam no país não tem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Entender o porquê disso é essencial para quem pretende usar esses compostos de forma mais segura e informada.